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O impacto da comunicação verbal e não verbal na sua credibilidade

SOAP Comunicação Corporativa
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Após dois meses de longa dedicação para pensar em um projeto, é chegada a hora de você apresentá-lo aos seus gestores. Nesse momento, começa a falar com a certeza de que tudo dará certo. Afinal, todos os pontos estão fechados e, durante o andamento do trabalho, seus pares elogiaram a breve descrição que ouviram da ideia. No final, porém, os resultados acabaram não sendo positivos. O projeto foi reprovado, sem o apresentador entender o porquê. Mas qual terá sido o motivo do fracasso?

 

Provavelmente a sua comunicação – verbal e não verbal – foi ineficiente. Talvez o nervosismo tenha sido tanto que a audiência conseguiu perceber o tremor das mãos, a postura curvada, o suor, o gaguejar e a expressão tensa do apresentador. Quando as inseguranças de quem se apresenta são visíveis, a audiência tende a desconfiar da sua autoridade para falar sobre o assunto.

 

Em nossos cursos, falamos sobre todas as técnicas de oratória para passar credibilidade. Aqui, vamos focar em duas delas: a posição das mãos e a conexão visual.

 

Posição das mãos

 

Existem movimentos comuns a apresentadores nervosos. Apertar e desapertar a caneta, tirar e colocar a aliança e mexer no cabelo a todo instante são alguns deles. Muitas vezes, esses gestos são feitos inconscientemente. O problema é que eles não dizem ou acrescentam informação alguma à audiência. Os gestos, por outro lado, são movimentos naturais aos seres humanos e servem para complementar a mensagem verbal. Nesses casos, as mãos acompanham naturalmente o ritmo da fala. Quando um assunto tem de ser enfatizado, por exemplo, os gestos costumam ser mais acentuados do que nos temas menos relevantes. Gesticular, então, é sempre bem-vindo. Já os movimentos “automáticos” devem ser evitados ao máximo – no melhor dos mundos, nem aparecerem.

 

 

Conexão visual

 

Imagine que você está no seu primeiro dia em um novo trabalho. Na hora do almoço, você pretende causar uma boa impressão e se enturmar com o pessoal. O que o desaponta, porém, é que ninguém na mesa o introduz aos assuntos. Nem ao menos olham para você. Qual seria a sua reação nesse contexto? Provavelmente, se sentiria rejeitado. Essa situação ilustra a importância da conexão visual na hora de se comunicar. O mesmo vale nas apresentações corporativas. Certifique-se de que você está fazendo conexão visual com todas as pessoas da audiência. Assim, você também chama a atenção do interlocutor para si. Caso ele esteja com a cabeça em outro lugar, é mais provável que ele coloque a atenção no momento presente e se conecte ao seu discurso. Olhe por cerca de quatro segundos para uma pessoa e, então, olhe para outra. Cuide, apenas, para não olhar por muito tempo para uma mesma pessoa. Em vez de criar conexão, isso geraria um desconforto no ouvinte.

 

 

Contar exclusivamente com habilidades técnicas não é o suficiente para o sucesso profissional. Com uma comunicação eficiente, as suas ideias tendem a se mostrar mais interessantes!

 

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